Notícias

Science Stories

É a concretização da nossa missão. Desde a sua criação a Fundação BIAL já aprovou para financiamento 865 projetos, envolvendo mais de 1700 investigadores de 30 países. São quase três décadas de apoios financeiros a Projetos de Investigação Científica orientados para o estudo neurofisiológico e mental do ser humano, nas áreas da Psicofisiologia e da Parapsicologia.

Conheça as histórias por detrás da ciência.

Science Stories

O que têm em comum as experiências de quase morte e as experiências psicadélicas?

Investigadores analisaram as semelhanças e diferenças entre uma experiência de quase morte e uma experiência induzida por uma droga psicadélica.

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O que mais interfere na nossa memória de curto prazo?

Investigadores realizaram experiências para explorar os efeitos da mudança na sequência da estimulação vibro-tátil na memória de curto prazo.

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Traumas na infância podem provocar insónia nos adultos?

Investigação demonstrou que experiências adversas na infância resultam em formas mais disfuncionais de lidar com vergonha e aumentam gravidade dos casos de insónia.

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Experiências de quase morte em sobreviventes de UCI

Investigação com 126 pacientes internados em UCI durante pelo menos 7 dias revela que 15% reportaram ter tido uma experiência de quase morte.

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Idosos podem melhorar a memória episódica através da neuroestimulação do cerebelo

Estudo demonstrou que a neuroestimulação do cerebelo conduziu a melhorias no desempenho da memória episódica em idosos saudáveis.

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O envelhecimento muda a forma como interpretamos expressões faciais de emoção?

Estudo revela que o envelhecimento pode dificultar o processamento neuronal de expressões faciais de emoção.

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Hipnose, meditação e oração: qual é a mais útil para gerir a dor?

Investigadores concluem que uma única sessão de hipnose e de meditação, mas não de oração, podem ser úteis para a gestão da dor aguda.

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Brincar com os pais em casa facilita a adaptação das crianças ao ensino pré-escolar?

Estudo revela que crianças com maiores níveis de oxitocina registam melhor adaptação ao ambiente pré-escolar e que brincar com pais faz aumentar esses níveis.

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A gratidão pode proteger-nos dos efeitos negativos do stress?

Investigadores concluem que a gratidão tem um efeito único de proteção do nosso organismo, tanto na reação, como na recuperação do stress psicológico agudo.

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News

Prémio BIAL de Medicina Clínica 2024: candidaturas abertas

Estão abertas as candidaturas para a 21ª edição do Prémio BIAL de Medicina Clínica. O prazo de submissão termina a 31 de agosto.

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14º Simpósio “Aquém e Além do Cérebro”: inscrições abertas

Já abriram as inscrições para o 14º Simpósio “Aquém e Além do Cérebro”, que vai debater o tema "Criatividade", entre 3 e 6 de abril, no Porto.

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Bolsa de Doutoramento Nuno Grande 2023: candidaturas abertas

Estão abertas a partir de hoje as candidaturas para a Bolsa de Doutoramento Nuno Grande 2023, no valor de 25.000€.

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Como os submovimentos são coordenados?

No âmbito do projeto de investigação 246/20 - The hidden rhythm of interpersonal (sub-)movement coordination, apoiado pela Fundação BIAL, a equipa de investigação liderada Alice Tomassini estudou a coordenação de submovimentos a nível individual e diádico. Os participantes realizaram uma série de tarefas bimanuais em coordenação com um parceiro (tarefa diádica) ou sozinhos (tarefa individual) e, neste último caso, com ou sem feedback visual. Os dados, apresentados no artigo The microstructure of intra- and interpersonal coordination, publicado na revista científica Proceedings of the Royal Society B, demonstrou que existem estruturas coordenativas distintas ao nível dos submovimentos em função das propriedades do feedback. Especificamente, o tempo relativo dos submovimentos (entre parceiros/efetores) mudou da alternância para a simultaneidade e uma mistura de ambos quando a coordenação foi alcançada usando a visão (interpessoal), a propriocepção apenas (intrapessoal, sem feedback visual) ou todas as fontes de informação ( intrapessoal, com feedback visual), respetivamente.

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Pode o cérebro atuar como um filtro inibitório das capacidades psíquicas?

O modelo neurobiológico de Morris Freedman sugere que os lobos frontais do cérebro atuam como um filtro para inibir as capacidades psíquicas (ex.: telepatia, clarividência, precognição, interação mente-matéria, etc.) e implica que os humanos possam ter capacidades psíquicas inatas que são suprimidas por esse filtro. Para testar este modelo, a equipa do projeto de investigação 210/18 - Mind-matter Interactions and the Frontal Lobes of the Brain, apoiado pela Fundação BIAL, utilizou a estimulação magnética transcraniana repetitiva (EMTr) para induzir lesões cerebrais reversíveis na região frontal medial esquerda em participantes saudáveis. Os dados confirmaram a hipótese inicial, ou seja, participantes saudáveis com lesões reversíveis induzidas por EMTr afetando a região frontal média esquerda do cérebro mostraram efeitos superiores numa tarefa de interação mente-matéria em comparação com participantes saudáveis sem lesões induzidas por EMTr. Estes resultados apoiam a premissa de que o cérebro serve como um filtro para bloquear os efeitos psíquicos e podem ajudar a explicar porque é que estes efeitos são tão pequenos e difíceis de replicar em participantes saudáveis. Para saber mais sobre o estudo, leia o artigo Enhanced mind-matter interactions following rTMS induced frontal lobe inhibition, publicado na revista científica Cortex.

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Podem as sensações de contacto com um falecido ajudar no processo de luto?

Em todas as sociedades, é provável que 30 a 34% dos indivíduos experimentem pelo menos uma comunicação pós-morte (em inglês, after-death communication ou ADC) durante a sua vida. A ADC é definida como um fenômeno espontâneo no qual um indivíduo vivo tem a sensação de contacto direto com uma pessoa falecida. Uma ADC pode manifestar-se de diversas formas, tais como sentir a presença da pessoa falecida através do olfato, da visão, da audição ou até do toque; experiências simbólicas (tocar uma música no rádio, flores desabrochando fora da estação, etc.); experiências eletrónicas (receber um telefonema, um “gosto” no Facebook ou um e-mail do falecido, anomalias informáticas, etc.); visitas ou mensagens em sonhos. As ADCs ocorrem em diferentes culturas, raças, idade, estatuto socioeconómico, nível de escolaridade, género e crenças religiosas. No âmbito do projeto 169/20 - Investigation of the Phenomenology and Impact of Spontaneous and Direct After-Death Communications (ADCs), apoiado pela Fundação BIAL, a equipa de investigação explorou o impacto das ADCs no luto, envolvendo 70 indivíduos que vivenciaram ADCs com parceiros ou cônjuges falecidos. A maioria considerou as ADCs reconfortantes (81%) e úteis no seu luto (84%). Para 49% dos participantes, as ADCs pareceram facilitar a aceitação da perda e 42% confirmaram uma recuperação mais célere devido à ADC. As implicações destes resultados são discutidas no artigo Description and impact of encounters with deceased partners or spouses publicados na revista científica OMEGA - Journal of Death and Dying.

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Ordem dos Médicos e Fundação BIAL entregam 3ª edição do Prémio Maria de Sousa

A cerimónia de entrega da terceira edição do Prémio Maria de Sousa decorreu no dia 16 de novembro no Teatro Thalia, em Lisboa, e contou com a presença da Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Elvira Fortunato, a presidir à sessão, da Secretária de Estado da Promoção da Saúde, Margarida Tavares, e do Secretário de Estado do Ensino Superior, Pedro Teixeira. Os cinco vencedores, todos jovens investigadores em ciências da saúde, são Inês Alves (i3S, U.Porto), Nuno Dinis Alves (ICVS, U.Minho), Catarina Palma dos Reis (CHULC - Maternidade Dr. Alfredo da Costa, Lisboa), João Neto (i3S, U.Porto) e Sara Calafate (ICVS, U.Minho).

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Assinatura eletrofisiológica das cessações

O artigo Investigation of advanced mindfulness meditation “cessation” experiences using EEG spectral analysis in an intensively sampled case study publicado na revista científica Neuropsychologia examina a assinatura neural das “cessações” (ausência momentânea de consciência) durante a meditação mindfulness. O estudo, liderado por Matthew Sacchet e desenvolvido no âmbito do projeto de investigação 99/20 - Beyond "mindfulness" and toward a modern science of meditative mastery and spiritual transformation, apoiado pela Fundação BIAL, demonstrou que a diminuição da magnitude da potência na banda alfa do EEG iniciou-se 40 segundos antes das cessações e foram das mais baixas imediatamente após as cessações. A análise deste resultado à luz da região de interesse (ROI) revelou que a diminuição na banda alfa foi mais pronunciada nas regiões occipital e parietal do cérebro e que foi diminuindo linearmente durante toda a duração da pré-cessação.

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Quais são os preditores da aliança terapêutica?

No âmbito do projeto de investigação 178/12 - How collaboration in psychotherapy becomes therapeutic: a study of interactive and psychophysiological processes in good and poor outcome cases, apoiado pela Fundação BIAL, Eugénia Pereira e colaboradores publicaram o artigo Data mining techniques in psychotherapy: applications for studying therapeutic alliance na revista científica Scientific Reports. Aplicando técnicas de exploração de dados e de aprendizagem automática (AA), o estudo pretendia identificar os fatores que impactam significativamente a força da aliança terapêutica (AT) entre clientes e psicoterapeutas. Os resultados demonstraram que a frequência cardíaca (FC) do terapeuta estava associada de forma negativa com a AT do terapeuta. Por outro lado, a atividade eletrodérmica (EDA) emergiu como a característica biológica mais influente na previsão da AT no cliente, mas não no terapeuta. Assim, os resultados do algoritmo AA documentam a importância diferencial das variáveis fisiológicas no terapeuta e no cliente (FC e EDA, respetivamente), para a previsão da AT, sugerindo diferentes experiências para a díade durante as sessões de terapia e com diferentes mecanismos neurofisiológicos subjacentes.

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Looking for collaboration

The quest of physiological markers for the experience of pain

Researcher: Elia Valentini - Department of Psychology & Centre for Brain Science, University of Essex Summary: The aim of this project is to improve measurement of the human experience of pain by investigating a combination of psychophysical and physiological responses during mild noxious stimulation. More specifically, we want to investigate how sensitive and specific to pain the brain oscillatory responses are. We use EEG as the main technique, but we are keen to collaborate with neuroscientists using fMRI, autonomic measures and brain stimulation as well as with computational neuroscientists. A clinical collaborator would also be very much welcome.

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EEG investigation of hypnosis and decision-making

Researcher: Rinaldo Livio Perri - University Niccolò Cusano Rome, Italy Summary: I work in the field of hypnosis and cognitive neuroscience. In particular, I adopt the event-related potentials (ERPs) to investigate the effect of the hypnotic suggestions on sensory processing and cognitive performance. I am an expert in decision-making and proactive brain processes before the stimulus administration (e.g., the perceptual, prefrontal and premotor readiness during the expectancy stage). I could help colleagues to properly analyze the ERP signal in the pre-stimulus stage of processing. Also, I would be happy to share my EEG data for re-analyzing them in the frequency domain (e.g., wavelet or coherence analysis in the hypnosis research). Feel free to contact me for any question! More information on my papers: https://scholar.google.it/citations?user=-8e_V64AAAAJ&hl=it Possible collaborations: neuroscientist with experience in the EEG frequency analysis Email: perri.rinaldo@gmail.com

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Transparent Psi Project - looking for collaborators

Summary: We are running a fully transparent, expert consensus-base multilab replication of Bem’s (2011) experiment 1. The project features state of the art methods to maximize transparency and study integrity. The study involves a computerized experiment taking about 20 minutes per session. Group testing is possible in a computer lab, no specialized equipment needed. Labs are expected to recruit at least 100 participants. Participants will be exposed to images with explicit erotic/sexual content in the experiment. No financial compensation is required for the participants. Data collection is expected to take place in the 2020 fall semester. Every material is provided for ethics/IRB submissions and data collection in English (translation of materials might be necessary by the collaborators). The study is pre-registered and the manuscript is accepted in principle for publication in the journal Royal Society Open Science. All collaborators who meet the minimum sample size criterion will get authorship on this paper reporting the results of the replication study. More information in the preprint: https://psyarxiv.com/uwk7y/ Indicate interest in the collaboration via the following form: https://tinyurl.com/tpp-labs With any question contact the lead investigator: Dr. Zoltan Kekecs, kekecs.zoltan@gmail.com

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Cognitive control and learning

Researcher: Ignacio Obeso, Ph.D. / CINAC - HM Puerta del Sur Summary: The aim of our projects is to understand the behavioral and neural mechanisms used to learn how humans establish adaptive behaviour in changing contexts. More specifically, we want to decipher how stopping abilities are initially learned and later executed under automatic control. We use task-related fMRI, brain stimulation and clinical models to test our predictions in laboratory settings as well as online home-based paradigms. Possible collaborations: computational scientist Email contact: i.obesomartin@gmail.com https://iobesomartin.wixsite.com/cognitivecontrol

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